“O setor de flores e plantas sofreu muito com as restrições impostas pela pandemia”


“O setor de flores e plantas sofreu muito com as restrições impostas pela pandemia”

Quem o diz é Renato Opitz,diretor do IbraflorInstituto Brasileiro de Floricultura, uma sociedade civil sem fins lucrativos, que “representa, assiste e orienta os interesses do setor de flores e plantas ornamentais no Brasil”. O diretor do Ibraflor desvenda-nos mais sobre esta sociedade e o trabalho por ela desenvolvido e fala, ainda, sobre a inflação que assolou o mercado brasileiro de flores e plantas e que tem vindo a preocupar o setor.  

O que é e o que faz o IBRAFLOR – Instituto Brasileiro de Floricultura? 

O IBRAFLOR – Instituto Brasileiro de Floricultura – é o órgão que representa, assiste, orienta e defende os interesses do setor de flores e plantas ornamentais no Brasil. Trata-se de uma sociedade civil sem fins lucrativos, criada em 1994, que representa todos os elos da cadeia de flores e plantas ornamentais – insumos, produção, comercialização, acessórios e serviços – para o fortalecimento do setor.   

Ultimamente temse assistido, no Brasil, a um aumento da inflação na venda de flores. A que se deve o aumento? E de quanto estamos a falar? 

O setor de flores e plantas sofreu muito com as restrições impostas pela pandemia, principalmente em 2020. Os prejuízos foram gigantescos para toda a cadeia, principalmente para as flores de corte, uma vez que não houve a comercialização destes produtos por um longo período no início da pandemia e, com a proibição da realização dos eventos, uma grande quantidade de flores de corte foi descartada/destruída nas propriedades. Não era viável mandá-las para comercialização, já que não havia mercado para absorver a produção. No ano de 2020 esta categoria de produtos regrediu mais de 30%. Até 2020 o setor disponibilizava oferta suficiente. Hoje, deteta-se a falta produtos de corte no mercado, considerando que alguns produtores tiveram que encerrar as produções e, outros, reduziram o volume produzido para evitar maiores prejuízos. Em 2022, a liberação da realização dos eventos coincidiu com datas importantes para o comércio de flores e plantas ornamentais, como o Dia da Mulher (8 de março), Dia das Mães (segundo domingo de maio) e Dia dos Namorados (12 de junho, no Brasil). Acreditamos, por isso, que tudo se vá equilibrar ao longo de alguns meses e a questão da oferta x procura deva normalizar (novamente) atendendo o pedido estabelecido pelo mercado.   

Leia a entrevista completa subscrevendo a Revista do Florista.

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