“Vimos trazer um mood jovem, fresco e cool à cena floral portuguesa”


“Vimos trazer um mood jovem, fresco e cool à cena floral portuguesa”

Criado em plena pandemia, o projeto Oh Maria é já um sucesso. Localizada em Lisboa, a Oh Maria – Flores com Arte “nasce por acaso”, pelas mãos de uma jovem que quer trazer à cena floral portuguesa, “um mood fresco e cool”. Fomos conhecer a Maria, o rosto por detrás deste recente projeto floral. 

Foi com um simples gesto de comprar flores, que o projeto ganhou vida. Em plena pandemia Maria Figueira começou a trabalhar em casa e a ter necessidade de comprar flores para o escritório. No entanto, o grande impulso do negócio dá-se em maio, no dia do seu aniversário. Uma publicação no Instagram e o telefonema de uma amiga foram o necessário para pôr a ideia em prática. O lançamento de uma página de flores depressa se tornou num negócio sério, que envolve mãe e filha.  

“Quando regressei da Alemanha, antes da pandemia, já trabalhava em casa e comecei a comprar flores para o meu escritório e para a minha mãe. No meu aniversário, em maio, estava com uma birra gigante por ser o primeiro aniversário sem o meu pai. Não queria festejar, também porque, entretanto, já estávamos em confinamento. Fui ao mercado e comprei mais flores do que precisava e montei alguns arranjos, quando cheguei a casa, por curiosidade e brincadeira. Partilhei no meu Instagram pessoal e tive um feedback brutal. No dia seguinte, uma das minhas melhores amigas, perguntou-me ao telefone: “Oh, Maria quando crias a tua página de flores?”. E eu, que estava meio desocupada nesse dia, disse: – ‘vou criar agora’ – e assim nasceu a Oh, Maria”.

Do online para a loja física, na Av. João Crisóstomo 89A, em Lisboa, a Oh Maria disponibiliza “serviço altamente personalizado, se o cliente o pretender”, assim como “tudo o que envolva flor, desde entregas surpresa, a eventos ou estruturas”. De acordo com a proprietária, a Oh Maria “não é uma loja de flores”, é antes, “uma loja online que, por acaso, tem uma loja física onde os clientes nos podem vir conhecer”, refere.  

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